sexta-feira, 28 de outubro de 2011
A MELODIA DO LIXO
Com o espírito ecologicamente correto, o 1º H do CAV, vê no lixo uma fonte de esperança para ajudar crianças carentes. Assim, o que era lixo serão instrumentos musicais que trarão lazer e enriquecimento, os quais poderão dar aos jovens diferentes possibilidades no envolvimento com a arte e a música, além de desenvolver a criatividade, promover o desenvolvimento cognitivo e social e dar novas perspectivas de vida para essas crianças.
COMO SERÁ FEITA?
Nosso projeto será feito a partir do lixo gerado pelo CAV. A ideia é recolher todo o material reciclável que é descartado, como copos plásticos, garrafas pets, latinhas, canudos, etc., para a confecção de instrumentos musicais. O recolhimento será feito por voluntários e, em seguida, esse mesmo grupo montará os instrumentos. Após prontos, eles serão doados para a Associação Criança Família (a qual o CAV tem parceria). Nosso projeto é viável e irá atingir pessoas que realmente necessitam, o material que iremos utilizar é de fácil acesso e temos determinação para tornar esse projeto real, trazendo mudanças, não só para quem precisa, mas para toda a sociedade.
QUAL A SUA APLICABILIDAE?
Vendo todos os dias a precária situação de algumas crianças, começamos a pensar no que poderíamos fazer para que essa situação se contornasse. Ao vermos a enorme quantidade de lixo que é produzida no CAV, desenvolvemos essa ideia, um tanto revolucionária, que poderia melhorar a vida dessas crianças carentes através de uma ação simples e viável. A coleta do lixo reciclável será feita por voluntários no colégio e, em seguida, os materiais coletados seriam transformados em instrumentos musicais. Após prontos, eles serão doados para a Associação Criança Família; creche escolhida pela turma para esse projeto.
COMO FUNCIONARIA?
Com base no projeto Catazoo, criado pelo Zoológico de Salvador, chegamos à conclusão de que podemos fazer arte ou criar meios de sustentabilidade através do lixo que encontramos. Mas para tornar o trabalho viável, preferimos optar por catar o lixo encontrado no próprio colégio com o objetivo de transformá-lo em instrumentos musicais, para doarmos à Associação Criança Família com a finalidade de ajudar essas crianças a descobrirem/desenvolverem seus talentos.
EM QUE LOCAL É POSSIVEL A EXECUÇÃO?
Esse projeto será implantado na Associação Criança Família com o objetivo de oferecer às crianças de baixa renda, uma chance de descobrir seus talentos e criatividade, de proporcioná-las novos horizontes e, talvez, uma futura profissionalização que lhes garantirá uma vida melhor. Além de ajudá-las, consequentemente, iremos diminuir a taxa de lixo gerado pelo CAV.
QUAL O PÚBLICO ALVO?
“As crianças de hoje serão o futuro de amanhã’’, essa frase deixa evidente a grandiosa importância das crianças numa sociedade, e é a essas crianças – mais precisamente as de baixa renda – que o 1ºH dedica o seu projeto, para que elas possam se envolver com a arte e a música, além de desenvolver seus possíveis talentos e sua criatividade.
QUAIS EMPRESAS INCENTIVARIAM O PROJETO?
O projeto Pracatum, de Carlinhos Brown, nos inspira a colaborar com o desenvolvimento artístico e talvez profissional das crianças de baixa renda da Associação Criança Família. Eles, assim como nós iremos fazer, produzem instrumentos musicais a partir de materiais recicláveis, ajudando a fazer com que as crianças participantes do projeto se mantenham distantes da violência urbana. Já que o Pracatum tem relação com o nosso projeto, eles poderiam facilmente cooperar conosco.Além disso, o CAV, por ser uma instituição voltada para o desenvolvimento de projetos de auxílio a pessoas carentes, também poderia ser parceiro da ideia.
OUTRAS QUESTÕES IMPORTANTES
Links de alguns sites para a confecção de instrumentos musicais:
http://www.ecoviver.com.br/default.asp?id=6a
http://www.ecoviver.com.br/default.asp?id=6a
Feito por: Maria Helena, Ingra Emanuelle, Lúcia Hulda, Anna Carolina Magalhães, Tainá Andrade, Paula Rêgo, Laila Peixoto, Sabrina Santana, Bruna Cardoso, Ana Luiza Suzarte e Bianca Valverde.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
História da Tecnologia Social
Muitas pessoas não sabem o que significa Tecnologia Social (TS). Todavia, isso é comum, porque estamos nos referindo a um tema um tanto quanto atual. Antes mesmo de tentar entender por que ela surgiu, é preciso saber o seu conceito. Então, diz-se que “Tecnologia Social é um conjunto de técnicas e procedimentos, associados a formas de organizações coletivas, apropriadas pelas comunidades, que represente soluções para a inclusão social e a melhoria da qualidade se vida.”
O termo pode ser considerado atual porque a primeira ideia de articulação a seu respeito ocorreu em julho de 2004, em Brasília. A partir dessa data, alguns poucos o conheceram. Além disso, em novembro de 2004, em São Paulo, foi realizada uma Mostra de Tecnologia Social, em que uma quantidade maior de pessoas acrescentou o termo ao seu vocabulário, espalhando essa ideia inovadora. Nessa ocasião, também foi lançado um livro chamado “Tecnologia Social: uma estratégia para o desenvolvimento”, no qual são estabelecidas relações entre políticas do governo federal e iniciativas oriundas da base da sociedade promovidas por ONGs.
Tempos depois, em 14 de abril de 2005, foi lançada, em Brasília, a Rede de Tecnologia Social - RTS - originada de meses de debates a partir da relação de vários elementos e questões associadas à ideia. Então, através de encontros de instituições em busca de aperfeiçoamento tecnológico, a tecnologia foi qualificada como social.
Sabrina Santana
terça-feira, 2 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Tecnologia Social x Relação Ambiental
A Tecnologia Social (TS) é uma nova maneira de desenvolvimento humanitário relacionada a estudos, planejamento, ensino, pesquisa, extensão e desenvolvimento de produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, que representem soluções para o desenvolvimento social e melhoria das condições de vida da população.
Essa tecnologia ainda é pouco conhecida por parte da população, porém não há como negar que ela vem ajudando muitas pessoas no Brasil, principalmente em regiões rurais.
A Tecnologia Social normalmente une conhecimentos populares e técnico-científicos, por isso ela se torna uma forma de auxílio às pessoas sem deixar de ser acessível.
O meio ambiente está fortemente relacionado a tal prática, pois, com os recursos da própria natureza, a TS se faz presente em várias ações para dar suporte à população necessitada.
Temos um país que é extremamente rico em recursos naturais e, por isso, é reconhecido em todo o mundo. A nossa riqueza, contudo, em termos de biodiversidade, é contrastada com a pobreza e a miséria da população.
A Tecnologia Social é um meio de usufruir o que temos de mais rico, a nossa biodiversidade, em prol de famílias e comunidades carentes.
Com esse objetivo e engajamento social, já é fato que a Tecnologia Social é uma nova forma de caminharmos, juntamente com o meio ambiente e com outros recursos, em prol do combate à pobreza, à fome, ao desemprego, ou seja, uma melhor qualidade de vida para todos.
Laila Peixoto
Relato da visita ao zoológico de Salvador
No dia 22 de julho, alguns dos meus colegas do 1º ano H foram visitar um projeto de tecnologia social situado no zoológico de Salvador. Na chegada, quem os recepcionou foi Felipe (estagiário), Thaine (coordenadora) e Gerson (criador do projeto), que logo começaram a explicar, dinamicamente o funcionamento do filtro biológico.
O Projeto Catazoo tinha como objetivo desenvolver um filtro sustentável que fosse construído com material reciclado para substituir os filtros convencionais e também reduzir os gastos com a água.
Esse projeto foi implantado no tanque do hipopótamo do zôo de Salvador, desde janeiro de 2010, e, após um ano e seis meses, o seu objetivo foi alcançado.
O filtro do Projeto Catazoo consiste basicamente em uma garrafa pet, com areia e britas ao fundo, sobre os quais existem uma tampinha da garrafa pet, que não pode ser lisa, e uma espécie de tampa como se fosse uma peneira. Do lado de fora da garrafa, existe uma luz UV, direcionada para dentro da mesma, que também participa do processo de filtração da água.
O funcionamento ocorre da seguinte maneira: a água suja entra na garrafa e, consequentemente, entra em contato com a luz UV, que ajuda na fixação e no acúmulo das bactérias nas tampinhas. Posteriormente, a água passa pelas britas e pela areia, findado o processo de filtração dentro da garrafa. A água limpa corre por um tubo com destino a um tanque. Esse processo acontece várias vezes como se fosse um ciclo contínuo.
Gerson, criador do projeto, disse que o tempo para a troca das tampinhas é indeterminado e que a água, depois de passar por todo esse ciclo, nunca estará 100% limpa. Ele afirmou que está muito satisfeito com o projeto, mas pretende substituir as bombas elétricas (que bombeiam a água durante o processo) por outras movidas a energia solar.
O gasto geral do projeto consiste na manutenção e na criação do filtro, que é patenteado pelo governo, o qual pretende implantar a Tecnologia Social (TS) no interior do Estado para que os micros proprietários de rebanhos de gado o utilizem.
Todos que visitaram o zoológico acharam o projeto muito interessante, pois, além de ser barato, é materializado de uma maneira simples e que, de fato, rende resultados positivos.
Lúcia Hulda
terça-feira, 12 de julho de 2011
Introdução à Tecnologia Social
O planeta tem passado por várias transformações e, essas transformações, em parte, não têm sido benéficas com relação à natureza.
O poder de inteligência do homem é inquestionável, porém, a forma como ele vem cuidando da natureza traz muitas dúvidas, já que, com tanto conhecimento, por que não aplicá-los em prol da natureza, que garante a vida do homem na Terra?
Por outro lado, mesmo que o homem tenha feito diversas alterações na biodiversidade do planeta, pode-se ver que muitas pessoas já se conscientizaram e tentam melhorar a situação, desenvolvendo diversas técnicas que vem colaborando para melhorar o planeta. O principal método que vem sendo utilizado é o da Tecnologia Social.
A Tecnologia Social compreende todos os métodos, produtos, técnicas ou processo desenvolvido na interação com a comunidade para solucionar algum tipo de problema social que atendam a quesitos de simplicidade, impacto social comprovado, baixo custo, fácil aplicabilidade e que representem efetivas soluções para problemas voltados a demandas de alimentação, energia, educação, recursos hídricos, saúde, habitação, renda ou meio ambiente.
Por: Ingra Emanuelle, Júlia Presídio, Laila Peixôto e Maria Helena Garrido.
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